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Batatas
Perguntando ao Senhor sobre o que levar na mensagem que iria levar no Culto de Jovens, o Espírito Santo me fez lembrar de um texto que publiquei em maio de 2008. Ele falava sobre batatas podres. Batatas podres que costumamos levar no nosso dia a dia… Batatas que tornam nossas vidas insurportáveis, batatas que nos faz afastar da prsença de Deus… Que batatas são essas? Você certamente deve estar se perguntando… Leia a mensagem. Medite no texto em oração. Comece a semana libertando-se dessas batatas e, com certeza, seus dias serão diferentes e a unção de Deus invadirá o seu coração e a sua vida.
O professor pediu para que seus alunos levassem batatas e uma sacola para a sala de aula. Durante a aula ele pediu para que separassem uma batata para cada pessoa de quem sentiam mágoas e escrevessem os nomes dessas pessoas nas batatas e as colocassem dentro da sacola. Quase todas as bolsas ficaram muito pesadas.
Para cumprir a tarefa, durante uma semana os alunos levaram suas sacolas para todos os lugares onde iam. O incômodo era grande, a sacola pesada com o tempo passou também a cheirar mal, contaminando os ambientes por onde iam.
A lição das batatas nunca mais foi esquecida. Não houve nota mas um grande aprendizado.
O incômodo de carregar a sacola mostrou-lhes o peso que a mágoa ocasiona. Além disso, para não esquecê-la em nenhum lugar, eles deixavam de prestar atenção em outras coisas que eram importantes para eles…
Todos aprenderam na prática o que os sentimentos de ódio, mágoa e ressentimento provocam. São como batatas podres que pesam e deixam um intenso mal cheiro. Além de nos impedir de aproveitar as melhores coisas da vida, incomoda quem está do nosso lado, podendo até mesmo, afastar de nossas vidas quem mais amamos.
pense nisso….
Quando damos importância exagerada aos problemas não resolvidos, às promessas não cumpridas, à raiva por uma palavra mal colocada, ao ressentimento, à mágoa, nós permitimos que nossa alegria seja roubada.
E vivemos assim, diariamente, carregando batatas podres, pesadas, mal cheirosas…
O pior é que muitas vezes nos acostumamos ao peso e ao mau cheiro, pensando que na vida isso é normal…
Nos transformamos em escravos de nossos próprios sentimentos…
(PV 15:13 diz: O coração alegre aformoseia o rosto, mas pela dor do coração, o espírito se abate.
Quando permitimos que as dores tomem conta de nossos corações, nosso espírito se abate. Nos transformamos em soldados fracos, desanimados, fáceis de sermos abatidos. O mal cheiro dos maus sentimentos transforma o ambiente, transtorna a nossa vida e a vida daqueles que convivem conosco…
Não o perdão não é um favor que prestamos ao outro, mas é um ato de libertação.!
Quando perdoamos, nos libertamos, liberamos a nossa vida para novas experiências, nos qualificamos para receber o melhor de Deus…
Em PV 15:15, a Palavra nos diz - Todos os dias do oprimido são maus, mas o coração alegre é um banquete contínuo.
Um coração alegre e liberto do rancor é um banquete de alegria, entusiasmo, amor…
Um coração alegre alegra o coração de Deus…
UM coração alegre é sinal de agradecimento e fé…
Pare nesse momento e analise sua vida….
Você tem carregado alguma batata podre?
O mal cheiro do rancor, do pessimismo e da ira tem tomado conta de sua vida?
Como está o seu dia a dia em casa, no trabalho, na Igreja…
Existe alguma batata podre te atrapalhando?
Lembre-se de MC 11:25 – E, quando estiverdes orando, perdoai, se tendes alguma coisa contra alguém, para que vosso Pai, que está nos céus, vos perdoe as vossas ofensas.
Perdoai para que a graça e as misericórdias do Senhor sejam derramadas abundantemente em sua vida…
Perdoai para que o amor de Deus, que tudo transforma, possa trazer a libertação e a paz que você tanto almeja…
Perdoai porque é perdoando que seremos perdoados, que seremos libertos e liberados totalmente para a vida de vitórias que o Senhor tem para nós…
Pense nisso, PERDOE e seja feliz!!!





























Abençoada irmã, suas mensagens são maravilhosas. Vou orar mais por ti. Eu sou múico, componho hinos, dou letras para pessoas gravarem, já gravei também, mas, gosto é de fazer músicas e escrever. Já publiquei um livro há dez anos atras, agora estou com outros três prontos. Gostaria de encontrar uma editora evang. que investisse em mim. Por isso peço oração; me ajude, amada. Estou montando um Home Stúdio, para trabalhar na minha área. Sei que Jesus abre portas, mas sei que Ele quer que oramos uns pelos outros. Vc é uma benção, continue. Um pouco dos meus escritos estão sendo postados em meu blog. Confira e ore por nós. A Paz.
Querida Deyse,
Como já havia dito antes, você é um instrumento diário de Deus, esses momentos de reflexões são muito importantes em minha vida e, com certeza na vida de outras como eu que te ouço constantemente. É mais que um hábito é um desejo maior sem palavras para definir, é um início de encontro diário com DEUS. É impossível não ser feliz seguindo este ritual supremo. Fico grata a ELE por ter você e por me conduzir a esta preparação espiritual todos os dias.
Deus te abençoou abundantemente.
Abraços.
Erivan
Olá Deise, tudo bem?
Belas mensagens!
o primeiro passo a ser dado é a aceitação de se estar sentindo raiva. Não há motivos para nos envergonhar da raiva e do fato de senti-la. Somos humanos, portanto, sujeito a erros e acertos. Camuflá-la perante atitudes de falsa humildade e santificação são atitudes de quem ilude a si próprio, optando pelo parecer em detrimento do ser.
Em seguida devemos nos indagar: “ Por que fiquei tão bravo ou brava com a atitude daquela pessoa? Por que me deixei atingir tanto? O que esta pessoa fez de tão desagradável a ponto de conseguir me desequilibrar o restante do dia?” Neste momento inicia-se a racionalização da raiva, e então é que percebemos que nós mesmos tivemos uma participação ativa na sua elaboração. Não foi o outro que produziu raiva em mim, pois somos nós que estamos sentindo raiva, logo nós mesmos a produzimos. Está em nós a sua origem e não no exterior.Como disse, a raiva é uma reação emocional que ocorre toda vez que alguém vai de encontro a nossa zona de conforto, de maneira que nos sentimos ameaçados. O que então nos deixou tão ameaçados? Que área do meu ser aquela palavra proferida pelo ofensor atingiu de maneira tão precisa? Por que aquilo que foi dito significou tanto para nós?
A partir desse momento nós começamos a perceber que na verdade a sensação de inferioridade ou de ofensa não foi produzida pelo outro, ela já existia dentro de nós.
Um abraço! Visite o meu blog http://www.marcenia.blogspot.com